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O que é síndrome do ovário policístico?

Muitas mulheres já ouviram falar da síndrome do ovário policístico (SOP), uma condição endocrinológica que afeta de 5% a 13% das mulheres em idade reprodutiva, segundo a Sociedade Brasileira de Patologia. 

 

Essa síndrome caracteriza-se por um distúrbio hormonal que pode manifestar problemas leves como menstruação irregular e acne, mas também quadros mais graves como obesidade e infertilidade. 

 

A Dra. Ana Carolina Vitola Pasetto Brenner, ginecologista na InCórpore Centro Médico, explica que a síndrome não tem uma causa totalmente esclarecida, mas está ligada ao aumento de hormônio masculino, a testosterona. 

 

“Os ovários estão localizados um de cada lado do útero e são responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e abrigar os óvulos. Quando há um desequilíbrio hormonal e o corpo passa a produzir mais testosterona, ocorre a formação de cistos nos ovários que fazem com que eles aumentem de tamanho, entre outros sintomas”. 

 

É comum que as pacientes que apresentam a doença tenham histórico da SOP em parentes próximos como mãe e irmãs. Outros fatores que podem ser considerados causa da enfermidade são o hiperinsulinismo (aumento de produção da insulina), problemas no hipotálamo, na hipófise e nas adrenais. 

 

Sintomas

 

A SOP, normalmente, apresenta sintomas que influenciam na qualidade de vida e na aparência da mulher, como alterações menstruais, aumento nos pelos (rosto, seio e abdômen), tendência à obesidade, acnes, queda de cabelo e depressão. 

 

“O acompanhamento com o ginecologista é fundamental para o diagnóstico precoce, pois há também quadros assintomáticos. Há pacientes que descobrem a síndrome entre os 20 e 30 anos, mesmo que os sintomas tenham começado nos primeiros ciclos menstruais”, alerta a Dra. Ana Carolina. 

 

Diagnóstico

 

Para diagnosticar a síndrome do ovário policístico, o médico especialista realiza exames clínicos e pode solicitar exames de imagem como o ultrassom, o ultrassom vaginal, e exames laboratoriais. 

 

“Com o ultrassom é possível visualizar a quantidade e o tamanho dos cistos nos ovários. Já o exame de sangue auxilia na avaliação dos níveis de hormônios como estrogênio, folículo estimulante (FSH), luteinizante (LH), testosterona, tireoide e prolactina”, esclarece a ginecologista.

 

É importante destacar que o diagnóstico precoce é a melhor forma de combater a doença que não tem cura, mas com tratamento voltado para a redução dos sintomas e das consequências da SOP. 

 

“Além da infertilidade, a síndrome do ovário policístico pode contribuir para o aparecimento de doenças como: diabetes, alterações do colesterol, aumento do peso e da pressão arterial e até causar câncer de útero. Por isso, é muito importante iniciar o tratamento o mais cedo possível”, complementa a Dra. Ana Carolina. 

 

Prevenção

 

Embora as causas da SOP ainda não sejam claras, as melhores formas de se prevenir são realizar consultas periódicas ao ginecologista, fazer check-ups com frequência, manter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente. 

 

Ginecologista em Curitiba

 

Se você apresenta algum dos sintomas da síndrome do ovário policístico ou possui algum fator de risco como histórico genético, agende uma consulta com um ginecologista da InCórpore Centro Médico pelo nosso whatsapp, pelo aplicativo InCórpore Saúde (disponível na Apple Store e Play Storeou pelo telefone (41) 3335-2624.