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Saúde mental e depressão

Como manter uma boa saúde mental? Como curar a depressão?

Criada em 2015, a campanha “Setembro Amarelo” destaca a importância da prevenção ao suicídio e existe para reforçar a importância do assunto no Brasil. Em 2021, o tema da campanha é “Agir salva vidas”.

A iniciativa é do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria.

A depressão, tida como o “mal do século” pela Organização Mundial da Saúde, é um transtorno mental que afeta cerca de 10% da população mundial. Caracterizada por sentimentos de tristeza, apatia e perda de vontades, a depressão é uma doença que afeta a vida social e profissional.

No entanto, há cura. Geralmente, o tratamento é determinado por um médico psiquiatra. Após detectar os sintomas como problemas de concentração e memória, fadiga, sentimento de culpa, irritação, ansiedade ou até alterações no sono, o profissional avalia o quadro de saúde do paciente para encontrar a melhor maneira de tratar a doença.

Você sabe a diferença entre ansiedade e depressão? Clique aqui e descubra em nosso blog!

Prestar atenção aos sinais que o corpo emite é crucial para encontrar o tratamento correto. Afinal, a depressão se manifesta de várias maneiras e ao passar do tempo. Confira algumas formas da doença:

Principais subtipos de depressão

Agitada ou Ansiosa:

Uma depressão em que a inquietação psicomotora e a angústia excessivas estão presentes. Também são sintomas dessa forma da doença a insônia e a irritação.

Atípica:

A depressão atípica é caracterizada por fobias, reatividade do humor aumentado, aumento do apetite e/ou peso, sensibilidade alta quanto a rejeição ou distúrbios no sono como a hipersonia.

Distimia:

A pessoa com Distimia sente dificuldade em se concentrar ou tomar decisões, a autoestima prejudicada, o mau humor e irritação constantes. Os sintomas se apresentam por pelo menos dois anos, sendo a Distimia considerada um tipo de depressão crônica.

Estupor Depressivo:

É um quadro gravíssimo de depressão. O estado de catalepsia é presente. A pessoa fica na cama ou sentada por muito tempo, sem conseguir responder e sem apetite. É recorrente também o indivíduo urinar ou defecar no local em que está, tendo riscos de morrer por outras complicações clínicas como desequilíbrio hidroeletrolítico, insuficiência pré-renal ou pneumonia.

Melancólica ou endógena:

A demora para responder perguntas ou a incapacidade de sentir prazer, bem como insônia terminal e falta de apetite são sinais do subtipo de depressão melancólica ou endógena.

Psicótica:

Um tipo de depressão grave, a depressão psicótica combina os sintomas depressivos com psicóticos, tendo como sinais alucinações ou delírios hipocondríacos, de culpa, ruína ou negação de órgãos.

Secundária ou Orgânica:

Esse subtipo de depressão geralmente é relacionado a outro quadro clínico somático, sendo sua origem primordialmente cerebral. São associados o hipertireoidismo, hipo ou hipertireoidismo, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Parkinson e AVCs a este quadro depressivo.

Depressão tem cura

Algumas medidas podem ser tomadas para evitar o agravamento da doença. Nesse sentido, a prática de atividades físicas, bem como dormir bem e socializar são muito importantes para garantir a qualidade emocional.

Porém, embora reconhecer os sintomas seja fundamental para o tratamento, é importante que quem sofre de depressão procure ajuda profissional.

O alívio dos sintomas pode acontecer com a prática de exercícios físicos, mas é recomendado buscar especialistas em caso de persistência dos sintomas por mais de duas semanas.

Assista na TV InCórpore a fala da Dra. Maria Fernanda de Carvalho sobre Saúde Mental. Clique aqui.

Se você ou alguém que conhece apresenta os sintomas citados, busque ajuda. Converse com especialistas para garantir a melhor alternativa e, se preferir, agende uma consulta por telemedicina.

Melhore sua saúde a cada dia!

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